É necessário ficar atento às pintas na pele! Saiba mais sobre elas aqui!

Pintas na pele: 3 cuidados que você precisa ter

É difícil alguém não ter pintas na pele, não é verdade? Praticamente todo mundo ostenta uma pintinha aqui ou acolá pelo corpo. Embora há quem ache um charme a mais, as pintas na pele exigem um pouquinho de atenção, mesmo que a maioria delas seja inofensiva.

O motivo? Elas podem indicar câncer de pele. Ficar atento às pintas que você tem pelo corpo é essencial para, ao menor sinal de alteração, correr logo para o dermatologista. E é para ajudar você a entender melhor o que são esses sinaizinhos que preparamos este artigo. Confira!

O que são as pintas na pele

De forma simples, são o acúmulo de cor em determinados pontos da pele. Isso acontece por conta dos melanócitos, células que produzem a melanina. Não se sabe ainda, cientificamente, por que isso ocorre, mas esse aglomerado de células dá origem à pinta — que pode ser saliente ou não. Elas são de nascença ou podem se formar ao longo da vida, até os 35 anos — e são benignas na maioria dos casos.

Existe uma forma interessante de checar quantas pintas, aproximadamente, você tem espalhadas pelo corpo: confira o seu braço direito. Se ele apresentar mais de 11 pintinhas, é provável que você tenha mais de 100 espalhadas pelo corpo. O problema é que esse número pode representar um risco maior de câncer de pele.

O que observar nas suas pintas

Dermatologistas têm uma forma de ensinar seus pacientes a acompanharem suas pintas em busca de alterações, o método ABCDE:

  • A de assimetria: “cortando” a pinta ao meio com uma linha imaginária, verifique se ela tem os dois lados iguais;
  • B de borda: o contorno de uma pinta benigna deve ser suave e arredondado, sem grandes irregularidades;
  • C de cor: as pintas na pele devem apresentar cor marrom e uniforme, se a coloração que ela apresenta possui mais cores, esse é um sinal de alerta;
  • D de diâmetro: o tamanho não deve ultrapassar 6 mm;
  • E de evolução: crescimento, sangramento e coceira não devem ocorrer. Caso contrário, procure um dermatologista.

Os principais cuidados com as pintas na pele

Se for lesionada com frequência ou exposta em excesso aos raios solares, uma pintinha inofensiva pode evoluir, até mesmo, para um câncer. Para manter tudo em ordem, siga essas 3 dicas:

1. Proteção solar sempre

Mesmo nos dias nublados, a radiação solar está presente. Por isso, não abra mão do protetor solar, independente da época do ano.

2. Monitore com atenção

Verifique de tempos em tempos como anda suas pintas: surgiram novas? Houve alguma alteração de tamanho? Formaram casquinhas ou estão coçando? Utilize o método ABCDE que mostramos anteriormente e fique de olho!

3. Exposição solar moderada

A exposição ao sol pode fazer com que pintas benignas evoluam para o câncer de pele. Por isso, mesmo que você utilize o protetor frequentemente, evite tomar sol nos horários de maior intensidade, das 9h às 16h.

É sempre bom manter as consultas ao dermatologista em dia — recomenda-se, pelo menos, uma vez ao ano, para uma avaliação geral. Mas, caso as suas pintas na pele tenham demonstrado alguma alteração ou surgiram novas marquinhas, agende logo uma visita.

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