Segurança em Cirurgia Plástica

Segurança em Cirurgia Plástica

O Brasil ocupa o segundo lugar no ranking mundial de cirurgias plásticas, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. Apesar do grande número de cirurgias realizadas, é baixíssimo o número de pacientes com sequelas ou complicações fatais decorrentes destes procedimentos (a cirurgia plástica apresenta um dos menores índices entre todas as especialidades médicas). Entretanto, é frequente nos depararmos com notícias veiculadas pela mídia de insucessos ou complicações em procedimentos cirúrgicos estéticos. Cabe aqui ressaltar que, na grande maioria dos casos, estes procedimentos não estavam sendo realizados por cirurgiões plásticos habilitados pela SBCP.

A Segurança em Cirurgia Plástica vem recebendo destaque, sendo um dos temas centrais nos Congressos e Jornadas promovidos pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), e pelas mais importantes associações internacionais da especialidade. São apontados basicamente quatro fatores primordiais para que sua experiência durante e após uma Cirurgia Plástica seja bem sucedida, gratificante e, sobretudo, segura:

  • Você (o paciente) e seu estado geral de saúde;
  • O procedimento ao qual você irá submeter-se, com suas indicações, limitações e riscos específicos;
  • O local onde ocorrerá o procedimento cirúrgico;
  • O cirurgião que você irá escolher, bem como toda a equipe médica auxiliar e anestésica.

Você deve informar plenamente seu histórico médico e estado de saúde, incluindo alergias, medicamentos em uso, cirurgias prévias e consumo de álcool e cigarros, mesmo que eventual. Não se esqueça que os remédios à base de ervas ou “naturais” são também medicamentos e, portanto, devem ser sempre lembrados. É essencial para uma cirurgia segura uma adequada avaliação pré-operatória, que deve constar de exames laboratoriais, exames de imagem e avaliação cardiológica, de acordo com a sua faixa etária e o porte do procedimento cirúrgico proposto.

Todo e qualquer procedimento cirúrgico envolve algum tipo de risco, assim como trafegar em uma estrada ou mesmo atravessar uma rua, mas estes riscos são extremamente baixos quando respeitados os protocolos de segurança em cirurgia plástica e tomadas todas as providências cabíveis, durante a cirurgia e nos cuidados pré e pós-operatórios. Deve-se sempre atentar para as indicações e para as limitações de cada procedimento cirúrgico. A lipoaspiração, por exemplo, apresenta como limite de gordura aspirado entre 5 e 7% do peso corporal, assim, qualquer cirurgia que ultrapasse esses valores resultarão em um risco maior para o paciente.

O local onde é realizada a cirurgia deve dispor de totais condições para que o paciente tenha todo o suporte necessário. A realização de procedimentos cirúrgicos em locais inapropriados está associada a um grande número de complicações, sobretudo se realizados com anestesia local em altas doses. As opções mais baratas podem ser atraentes, mas na maioria das vezes são procedimentos realizados em ambiente sem a segurança e a infraestrutura necessárias.

O cirurgião deve ter qualificação adequada, com Título de Especialista em Cirurgia Plástica, reconhecido pela Associação Médica Brasileira e pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP). Pesquisa do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo, realizada entre 2001 e 2008, revelou que 97% dos médicos denunciados ao órgão por erros ou imperícia durante a realização de cirurgias plásticas não tinham o título de especialização na área.  A formação de um cirurgião plástico deve incluir obrigatoriamente seis anos de Faculdade de Medicina, especialização em cirurgia geral por dois anos e especialização em cirurgia plástica por mais três anos em hospital credenciado pelo MEC ou SBCP, para somente após se submeter a concurso para Membro Especialista da SBCP.

Assim, ao resolver fazer uma cirurgia plástica, você deve ter em mente a importância de todos os itens acima citados, para que a sua experiência seja a melhor possível. A segurança do procedimento deve ser priorizada e tida como condição sine qua non para o sucesso da sua cirurgia. E atenção, no caso das cirurgias plásticas, a máxima “o barato sai caro” deve ser sempre lembrada.

Dr. Alexander Hornos. CRM 29199. RQE 21654
Membro Titular pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.
Membro Internacional Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos

Afinal, o que é HIIT?

Afinal, o que é HIIT?

HIIT, High Intensity Interval Training ou Treinamento Intervalado de Alta Intensidade é um modo de treino que está chamando a atenção por ser rápido e eficiente, tanto para quem quer melhorar seu condicionamento físico, como para quem quer perder peso. “As evidências cientificas comprovam que de fato o HIIT é um  forte aliado metabólico sobre os parâmetros da saúde”.

Já virou febre e está inserido no quadro de horários e diversas academias em aulas coletivas, também no treinamento personalizado e pode ser facilmente executado em casa, desde que com orientação de um educador físico e liberação médica. Pois trata-se de um treinamento puxado e caso comece a ser feito por quem não está praticando nenhuma atividade física, precisa ser periodizado e respeitando uma progressão gradual, afim de  condicionar-se fisicamente para atividades mais intensas.

O treino consiste em intercalar período de atividade intensa com período de recuperação, podendo durar de 4 a 30 minutos dependendo do protocolo utilizado. O mais conhecido e utilizado é o Tabata que consiste em 20 segundos de atividade intensa para 10 segundos de recuperação. Pode ser feito na bike, correndo, nadando, com exercícios  variados que que utilizando o peso do próprio corpo, com Ketlebell, corda…  E não podemos esquecer de que como em qualquer outra modalidade é importante realizar um aquecimento antes e a volta a calma após a atividade.

Alguns dos benefícios do Hiit além do tempo reduzido de treino são:

  • Ganhos de condicionamento físico e resistência (aeróbico e anaeróbico)
  • Melhora da saúde cardiovascular
  • Aumento da queima de gordura *
  • Aumento do Metabolismo *
  • Melhora dos perfis de colesterol
  • Melhora da sensibilidade a insulina (Os músculos usam mais prontamente a glicose para

    produzir energia)

 = *Perda de peso!

De acordo com estudo feito na universidade de Laval, o Hiit pode queimar até 9x mais gordura se comparado ao exercício aeróbico de baixa intensidade, como a caminhada por exemplo.

Exercícios aeróbicos tradicionais, só queimam calorias durante o exercício, no HIIT o corpo continua queimando calorias por até 48 horas. Isto se dá por causa do consumo de oxigênio pós exercício (EPOC), ou seja, a capacidade do organismo de continuar consumindo oxigênio e calorias mesmo depois do treino.  Por este motivo se feito com regularidade de 3 vezes

por semana , respeitando o intervalo de um dia de descanso entre um e outro já é suficiente para se ter 100% de aproveitamento  e resultados!

Portanto, o quesito tempo não pode ser mais desculpa para deixar o exercício físico de lado, não se preocupe se o método é mais ou menos eficiente, o importante é encontrar uma atividade que se adeque e atenda as suas necessidades.

Quer saber mais sobre o Hiit, Treinamento Funcional ou Pilates? Converse com nossas profissionais do Studio Grendene e venha  experimentar alguma de nossas modalidades!

Você conhece os sintomas da depressão? Identificar os sinais da doença é o primeiro passo para solucionar o problema. Saiba como identificar e tratar a doença em nosso artigo!

Saiba aqui quais são os primeiros sintomas da depressão e como evitá-los

Saiba aqui quais são os primeiros sintomas da depressão e como evitá-los

Você conhece os sintomas da depressão? Identificar os sinais da doença é o primeiro passo para solucionar o problema. Assim como qualquer outra patologia, a depressão pode incapacitar o indivíduo e exige tratamento médico rápido.

Considerada como a doença do século, a depressão afeta o psicológico da pessoa e pode até apresentar sinais físicos, como dores pelo corpo. Mas, afinal, você sabe o que fazer para tratar e evitar a depressão? Leia o post e saiba mais!

O que é a depressão?

Longe de ser frescura ou preguiça, a depressão é uma doença grave que interfere na maneira como a pessoa vê o mundo. A patologia é um desequilíbrio cerebral que engloba, também, fatores sociais e psicológicos.

O término de um relacionamento, a morte de um ente querido, problemas no trabalho, vícios e até alguns medicamentos podem desencadear a depressão. Porém, nem sempre existe um motivo lógico e aparente para provocar a doença.

Vale lembrar que depressão não é sinônimo de tristeza. Uma pessoa depressiva experimenta sentimentos negativos muito mais intensos que não desaparecem com o passar do tempo. A tristeza pode alcançar no máximo 20 dias, enquanto a depressão perdura.

Quais são os primeiros sintomas da depressão?

O início da doença pode apresentar sinais bem sutis, porém importantes. Os sintomas vão muito além de tristeza profunda, irritabilidade ou pensamentos suicidas. Veja alguns indicativos da doença:

  • vazio constante: sentimento de solidão, abandono e falta de sentido na vida;
  • desesperança: incapacidade de enxergar o futuro e dias melhores;
  • mudança no padrão de sono: insônia ou sono excessivo;
  • alteração nos hábitos alimentares: ausência de apetite ou muita fome;
  • falta de motivação: perda da vontade de fazer qualquer coisa;
  • dores pelo corpo: tensão muscular, diarreia, pressão no peito e dores de cabeça.

O autoconhecimento é essencial para identificar os sinais da doença. Se você sempre sofreu com insônia, por exemplo, a origem do problema pode ser outra. Portanto, é preciso observar as mudanças de comportamento.

Qual é o tratamento e como evitar a doença?

Ao identificar pelo menos três sintomas, é preciso agir! O primeiro passo é procurar ajuda profissional: psiquiatra e psicólogo. Casos mais severos podem exigir medicação e apenas um médico poderá diagnosticar e prescrever o melhor tratamento.

Sabe quando alguém quebra a perna e não consegue andar por um tempo? A depressão deve ser tratada como qualquer doença física, porque é igualmente incapacitante. Assim como as outras patologias, o diagnóstico precoce e o tratamento imediato são essenciais para evitar que a doença se agrave.

Você sabia que incluir algumas atividades na sua rotina pode evitar que a doença se instale? Veja o que fazer para evitar a depressão:

Pratique atividades físicas

Os exercícios estimulam a produção de endorfina — hormônio responsável pelo humor, alegria e sensação de bem-estar. Escolha alguma atividade prazerosa e tire pelo menos 30 minutos do seu dia para realizá-la.

Desenvolva a autoconfiança

Confie em você e trabalhe sua autoestima para potencializar seus atributos pessoais. Todo mundo tem qualidades e defeitos. A depressão pode fazer você enxergar apenas os aspectos negativos, mas todos têm pontos positivos também.

Não sobrecarregue seu dia a dia

As mulheres são muito cobradas para darem conta de tudo: cuidar do marido, das crianças, da casa e ainda trabalhar fora. Porém, o excesso de atividades não faz bem para saúde. Em razão disso, não se sobrecarregue! Procure redistribuir as tarefas que forem possíveis.

Relaxe

Já experimentou fazer meditação? O recurso pode ajudar a relaxar, treinar a mente e controlar os pensamentos A reflexologia também é uma alternativa para tratar dores físicas e emocionais.

Tenha acompanhamento profissional

Não tenha medo de procurar ajuda quando necessário. A psicoterapia, por exemplo, é um processo de autoconhecimento incrível. Ao entender suas fraquezas, você consegue controlá-las para ser feliz.

Os sintomas da depressão vão muito além da tristeza. Afinal de contas, o desânimo momentâneo não é um sinal da doença. Lembre-se: a depressão possui tratamento e pode até ser evitada ao incluir atividades simples na rotina. Siga todas as dicas e ganhe saúde e qualidade de vida!

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